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Paulo Byron
O prazer do fazer
O
Uma de
Estão incluídas, por exemplo, corridas de cavalos em cancha reta e outras cenas em que a natureza se faz presente na construção dos fundos, utilizando como referência o diferenciado pôr-do-sol da Região do Sul, com infinitas tonalidades de vermelho e laranja.
Uma linha de bastante densidade humana está nas crianças e as brincadeiras de rua que não existem mais. A forma de construção dos corpos merece referência especial, pois está ali uma sinceridade de expressão que dá a este trabalho uma rica possibilidade de desenvolvimento. Paulo Byron constrói então para si mesmo veredas a serem percorridas pelo seu desenho ágil e pleno de possibilidades de exploração do espaço. Em cada uma delas há muito a ampliar em termos de riqueza técnica. A escolha de um desses caminhos ou o mergulho em vários é a desafiadora encruzilhada a ser enfrentada desde que ele não perca o principal mérito dos artistas dignos desse nome: o prazer do fazer.
Oscar D’Ambrosio,
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